sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Psicologia e Fisica Quântica


O Objetivo dessa explanação, não é esgotar, a teoria proposta, mas despertar curiosidade, para que o leitor se aprofunde nas questões propostas. Afinal a mudança se dá de dentro para fora.

A física quântica, também chamada de química quântica, estuda as menores estruturas existentes, atômicas e subatômicas, é uma ciência relativamente antiga, suas bases foram estipuladas nos meados do século XX, porém várias tradições antigas como os Vedas dos hindus, de alguma forma se referem à esse princípios, como vermos adiante.

A física quântica estuda as menores partículas existentes, como átomos, elétrons, etc.

Não vou entrar na base da teoria quântica, pois existe fasto material sobre a base da mesma, para quem possa se interessar, inclusive as equações matemáticas que dão suporte à teoria.

Porém através do estudo da física quântica, se descobriu que no âmbito das menores partículas as regras da física clássica não são suficientes.

Isso quer disser que a física clássica está descartada? A resposta é não, ela continua valendo, porém não dá conta de varias perguntas que se faz á tempos.

A ciência como um todo nós deu várias respostas, porém em todas as respostas dadas surgem uma serie de novas perguntas.

Então o que a física quântica tem haver com a psicologia?

A psicologia como se conhece também é uma ciência nova, é uma ciência que permite conjecturar, permear as outras ciências, com o único objetivo de entender o ser humano.

O pensamento emite ondas, que se pode captar e quantificar, ondas Alfas, Beta, Gama, etc. Essas emoções podem se captadas e medidas.

Qualquer experimento que se vá fazer se utiliza de um protocolo, geralmente usa-se o protocolo do grupo cego, às vezes até de duplo cego.

Isso quer disser que em determinados experimento o estudioso que quer provar algo não sabe que grupo está recebendo determinado tratamento, se está experimentando um medicamento, por exemplo, geralmente há dois grupos de participantes um recebe o medicamento, outro placebo, depois se faz a comparação. O próprio pesquisador não sabe qual grupo recebe o que, até o final da pesquisa. Por quê? Por que o observador interfere no resultado.

Exatamente isso, o observador interfere no resultado da pesquisa, simplesmente por esperar esta ou aquela resposta.

O Ph D. Masaru Emoto (www.masaru-emoto.net) fotografou moléculas de água que foram submetidas ao pensamento de indivíduos convidados para a pesquisa.
 
                          Moleculas de água fotografadas por Emoto

Para alguns ele pedia que emitissem sentimentos agressivos, como raiva, para outros pedia que emitissem emoções benevolentes, depois fotografa as moléculas de água, a diferença entre elas era gritante.

As moléculas submetidas á sentimentos “negativos”, se apresentavam, deformadas.

O corpo humano possui cerca de 90% de água, se o sentimento de menos valia; pessimista, ou os chamados pensamentos negativos, se tornam uma Tonica, entre certos indivíduos, o que se pode esperar que acontecesse com esses sujeitos no dia a dia, ou a própria sociedade que estão inseridos?  

Ocorre um efeito cascata onde as instituições não dão mais suporte emocional ou de segurança para os indivíduos, gerando sentimentos de medo, onde esse sentimento pode ser à base de vários contratempos, nessa sociedade. A insatisfação se torna geral.

Para agravar mais, toda experiência vivida por um individuo cria “caminhos” neurais, tornando aquele tipo de pensamento uma constante, que irá guiar o sujeito durante sua vida.

Apesar do salto na teoria, o que se quer demonstrar é que o ser humano tem a capacidade de alterar a realidade em que vive, mudando a frequência do pensamento, e se essa mudança atingir um indivíduo por vez até alcançar toda a população de uma sociedade, então toda a estrutura social pode-se alterar para melhor. Não há limites para a criação mental do ser humano pode-se conseguir a sociedade ideal que tantos sonham.

Somente se dará essa mudança se o paradigma em que essa sociedade está engolfada se alterar, nem que seja um por um.

Isso é uma questão de tempo, a evolução não para.

E sem duvida o psicólogo tem um papel primordial nessa batalha, pois, cabe á ele despertar esse potencial ilimitado do individuo, proporcionando ferramentas para que o sujeito se desperte e atinja um grau de satisfação pessoal, a cada um que chega nesse patamar, acaba puxando seus semelhantes para o mesmo degrau que se encontra, no final todos estarão no topo da escada.

 

 

 

 

 

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